#thestruggleisreal

Au Pair Tales

A poopy day

Dog dressed as a housewife with cleaning materials

🇺🇸 Don’t poop and walk …

at least not while the poop is still in your pants. That could turn into a very poopy day. I’m not referring to a sad or not-as-planned-frustrating day. I’m literally referring to a trail of poop that you will leave behind you, which will eventually have to be cleaned. The cleaning method? Well, that we will leave to fate. But I suppose when you’re 4, and feeling grossed out by your own warm number two pressed all over your tooshie, you are not thinking consequences. You are not thinking that your preoccupied aupair is in the nicely white carpeted playroom changing your infant brother’s dirty diapers. So, here’s what once happened:

I was an aupair to 3 kids ages 5, 4, and 14 months. The 4-year-old was always very constipated, so as per my host mom orientation and his pediatrician’s prescription, he had to take his “special stuff” (Miralax dissolved in juice) every afternoon during his snack. Then I’d put a “pull up” on him and he’d take some quiet time on a corner until the “poop came.”

One of these afternoons, while I’m changing his infant brother’s diaper in a white-carpeted playroom, I started to hear him screaming “Lais! Lais! The poop came! The poop came!”. When I look in the direction of the commotion, 2 feet away from the white carpet is this adorable 4-year-old with poop running down through the legs of his sweatpants (which had to be thrown away. Yes, it was that bad!) leaving a stinky nasty trail of human waste behind him. I asked him to “freeze” and, the minute I was done with the infant, I went to rescue him. I took his pants off, I cleaned some of the mess with wipes, and then invited the 3 of them for a bath upstairs, during which the 5-year-old explained that they were riding a bike in the backyard, and then the “poop came.”

Ready to barf yet? No? good! Because here comes the poopiest of things – after their bath I ran downstairs to clean the nasty trail, but the trail was gone! No magic. No first world self-cleaning tiles. The trail of poop had been meticulously erased by a hungry sneaky labradoodle! That’s right. Mr. eat-it-all was more effective than the Hypostomus Plecostomus that cleans the bottom of your fish tank. Because fate (woof woof) took care of it, I just mopped a bit with Pine Sol.

When the host mom came home that night, I told her about the entire shit show. She was very nice and disgusted about it. The next morning when I came down for breakfast, the dog was gone. I asked her about him and she said, “I sent him to the groomer to have his teeth brushed.”

And this, folks, is one of the trenches of the au pair life.  💩

 

🇧🇷 Não faça cocô e ande …

pelo menos não enquanto o cocô ainda está na suas calças. Isso pode transformar o seu dia numa caca. Não estou me referindo a um dia triste ou frustrante ou fora do planejado. Estou literalmente me referindo a uma trilha de cocô que você deixará para trás, que eventualmente terá que ser limpada. O método de limpeza? Bem, esse deixaremos a critério do destino. Mas eu suponho que quando você tem 4 anos, e está se sentindo nojento com seu cocô quentinho pressionado contra o seu bumbum, você não está pensando em consequências. Você não está pensando na sua aupair ocupada no quarto de brinquedos com um carpete branquinho novinho trocando as fraldas sujas do seu irmaozinho. Só sei que foi assim:

Eu era aupair de 3 crianças de 5, 4, e 14 meses. O de 4 anos estava sempre com o intestino preso, então seguindo as orientações da minha host mom e a prescrição do pediatra, ele tinha que tomar seu “special stuff” (laxante dissolvido no suco) toda tarde durante seu café da tarde. Aí eu colocava uma “pull-up” (fralda descartável de vestir) e ele ia ficar quietinho num cantinho até que o “cocô viesse.”

Uma dessas tardes, enquanto eu estava trocando o menorzinho no quarto de brincar que tinha um carpete branquinho, eu comecei a ouvi-lo gritando “Laís! Laís! O cocô veio! O cocô veio!”. Quando eu olho na direção dos gritos, a meio metro do carpete branquinho está esse fofinho de 4 anos com cocô escorrendo pelas pernas do moletom dele (que teve que ser jogado fora. Sim, tava bem triste a situação!) deixando uma trilha fedida e nojenta de dejeto humano atrás dele. Eu pedi para ele ficar parado e, assim que eu terminei de trocar o menorzinho, eu fui resgatá-lo. Eu tirei as calçcas dele, eu limpei um pouco da bagunça com lencinhos humidecidos descartáveis, e então convidei os três para tomar banho no andar de cima e, durante o banho, o mais velho explicou que eles estavam andando de bicicleta no quintal, e aí o “cocô veio.”

Já ta com vontade de vomitar? Ainda não? Que bom! Porque aqui vem a “caca” maior de todas – depois do banho deles eu corri pro andar de baixo pra limpar a trilha nojenta, mas a trilha de cocô tinha sumido! Nada de mágica. Nada de pisos de primeiro mundo que se limpam sozinhos. A trilha de cocô tinha sido meticulosamente apagada por um labradoodle xereta e faminto! Isso mesmo. O senhor como-de-tudo foi mais efetivo que o cascudo que limpa o fundo do seu aquário. Porque o destino (au au) deu um jeito na sujeira, eu só passei um pano com Pinhosol.

Quando a host mom chegou em casa naquela noite, eu contei pra ela da caca toda. Ela ficou com nojo, mas foi super carinhosa comigo. Na manhã seguinte quando eu desci pra tomar café, o cachorro tinha sumido. Eu perguntei a ela sobre ele e ela me disse, “Eu mandei ele pro banho e tosa para escovar os dentes.”

E isso, pessoal, é um dos perrengues da vida de aupair. 💩