#USA

Living Abroad

Newcomer pains…

almoco

🇺🇸 I can’t speak for every soul in every living abroad experience, but I can definitely share mine with you. About a month ago I was asked how moving to the USA and living abroad was like, and I can tell you that through the years it went from “what the heck am I doing here?” to “I am loving this!” Here’s what happened:

I moved to the USA for the first time in February of 2011, after signing up for the Au pair program with Cultural Care without a clue of what was really waiting for me (you can read about that in the Au pair Tales session), flying right into JFK the day after my commencement ceremony. But there was a whole soap opera before I boarded. I had a horrible stomachache and I couldn’t stop crying. That’s right. My parents and sis were at the airport with me and, although I wanted that experience so bad, leaving the nest, my whole world behind, my references, was dreadful and scary. From the training school in Long Island, I flew to my first host family in Atlanta. I say first because I did have three host families within one year. Therefore, for those of you who fear a rematch and keep putting up with a family who’s just not a fit for you, please don’t! If your relationship is fixable try to work it out. If not, be brave! I rematched twice and nailed it on the third time!

Anyways… my first two months were terrible. I felt extremely homesick. I knew no one and the most basic human need undertook me: hunger. I didn’t know where to find food the way we know it – Note that Americans eat a lot of sandwiches, mostly for lunch. It is very common to have lighter lunches and heavier dinners when they cook pasta, rice, steaks, which are meals more similar to what we are used to, and one can only eat sandwiches for so long! Another challenge was the pollen. Spring started and I had constant sinus infections because of it. Then there was also the low temperatures. If you are coming from Porto Alegre or some other Siberian part of Brazil, you won’t find it that bad, but when you come from the Southeast up, gee it’s cold!

Within time though, I learned where to find Brazilian food, and shortly after moving into this family, I got relocated to my second host family in Miami, city in which there are all kinds of food everywhere, no pollen, and the week-long mild winter is followed by 358 days of “For God’s sake, put the AC on!” . In Miami, I started to make friends, go to school, improve my English and my Spanish. I was fed, happy, and gradually became fonder and fonder of the land of Uncle Sam.

 

🇧🇷 Menina,viajei! em Morando fora: dores de novata…

Eu não posso falar em nome de todas as pessoas que moram ou moraram fora, mas posso com certeza compartilhar as minhas experiências. Há cerca de um mês me perguntaram como foi a experiência de me mudar para os Estados Unidos e como é morar fora, e eu posso dizer que com os anos foi de “o que que eu estou fazendo aqui?” para “amo muito tudo isso!” Não sei, só sei que foi assim:

Eu me mudei para os Estados Unidos pela primeira vez em fevereiro de 2011, depois de me inscrever no programa de Au pair pela Cultural Care, sem imaginar o que de fato estaria esperando por mim (você pode ler algumas dessas histórias na sessão Au pair Tales), e voei direto pro JFK no dia seguinte a minha colação. Mas foi a maior novela antes do meu embarque. Eu tive uma dor de estômago terrível e não conseguia parar de chorar. Isso mesmo. Meus pais e irmã estavam no aeroporto comigo e, embora eu quisesse muito viver essa experiência, sair do ninho, deixar meu mundo todo para trás, minhas referências, era doloroso e assustador. Da escola de treinamento em Long Island eu voei para a casa da minha primeira hostfamily em Atlanta. Eu digo primeira porque eu tive três famílias no meu ano de Au pair. Portanto, para você que tem medo de “rematch” e continua aguentando uma família que não é boa pra você, por favor, não faça isso! Se os problemas que você tem com a família forem remediáveis, tente consertar as coisas. Se não forem, seja corajoso (a)! Eu tive dois rematches e finalmente “acertei a mão” na terceira família!

Continuando … meus primeiros dois meses foram horríveis. Eu senti muita falta de casa. Eu não conhecia ninguém e a necessidade humana mais básica tomou conta de mim: fome. Eu não sabia onde encontrar comida da maneira como conhecemos – Note que americanos comem muitos sanduíches, principalmente como almoço. É bem comum eles comerem um almoço mais leve e jantares mais pesados, que é quando eles conzinham massa, arroz, carnes, que são comidas mais parecidas com o tipo de comida que estamos acostumados, e chega num ponto que eu não aguentava mais comer sanduíche! Outro desafio era o polén. A primavera começou eu eu tinha sinusite direto. Também tinha a questão do frio de cair o bigode. Se você é de Porto Alegre ou outra parte congelante do Brasil, não vai achar tão frio assim, mas quando você está acostumado com o inverno do sudeste, pai do céu é muito frio!

Com o tempo, entretanto, eu aprendi onde encontrar comida brasileira, e dois meses após me mudar para essa família, eu me mudei para uma nova família em Miami, cidade onde há todos os tipos de comida por toda parte, não há polén, e o inverno brando de uma semana é seguido por 358 dias de “Pelo amor de Deus, liga o arcondicionado!”. Em Miami eu começei a fazer amigos, frequentar a escola, melhorar o meu inglês e espanhol. Eu estava alimentada, feliz, e gradualmente me tornando cada vez mais interessada na terra do tio Sam.

Survival English

#2 – Inglês no Aeroporto, Avião, e Imigração

Survival English 2

🇧🇷 Todo mundo que tem uma mãe por perto em algum momento já testemunhou o cumprimento de alguma profecia. Oi? Isso mesmo. Eu, por exemplo, fico tão chateada quando o dia está lindo e ensolarado e a minha mãe fala “leva um guarda-chuva que mais tarde vai chover!” Por que “guess what” (advinha)? Chove! Oh boca de profeta! Por isso, quando sua mãe disser “vai estudar! Conhecimento ninguém tira de você!” “Listen to her” (dê ouvidos à ela) porque eu não sei onde mãe faz curso de “psychic” (vidente), mas elas simplesmente sabem das coisas!

E, diferente de aquisições materiais, assim como o conhecimento, experiências também nunca poderão ser tiradas de você. Sendo assim, um jeito “awesome” (incrível) e “smart” (esperto) de acumular experiências e “spend some money” (gastar um pouco de dinheiro) é “traveling” (viajando). Quando a trip (viagem) é dentro do nosso país, “it’s all a matter of packing and leaving” (é só uma questão de fazer as malas e partir), mas e quando a “trip” (viagem) é “abroad” (para fora do país)? Neste caso, falar inglês “comes in handy” (é útil).

Então se você ainda não assistiu ao vídeo “INGLÊS NO AEROPORTO, AVIÃO E IMIGRAÇÃO: aprenda a “se virar” | Survival English #2,” não perca! E pra você que já assistiu, aqui segue uma “recap” (recapitulação) do vocabulário e das “key sentences” (frases coringa) que a Carina ensina, reacheada de mais dicas e respostas às perguntas na sessão de comentários do vídeo no YouTube.

Airport – Aeroporto

– Flight Information Display System (FIDS) – Painel de informações

– Arrivals – Chegadas

– Departures – Decolagens/Partidas

– Flight Number – Número do vôo

– Flight Status – Status do Vôo

  • Delayed – Atrasado
  • On time – No horário certo
  • Check-in open – Check-in aberto
  • Canceled – Cancelado
  • Boarding/Now boarding – Embarque iniciado

– Check-in – Check-in (hehe)

  • Ticket – Passagem
  • Passaport – Passaporte

*Check-in Tip: Aqui nos Estados Unidos, o check-in pode ser feito online tanto pelo site da airline (companhia aérea) quanto baixando o app (aplicativo) da airline no celular. O check-in online é liberado 24 horas antes do horário da decolagem e é maneira mais conveniente e comum de fazer check-in por aqui. Outra vantagem é que voando com algumas airlines, como a Southwest por exemplo, você não pode escolher o seu assento quando compra a passagem. Eles têm um sistema de “first come, first serve” (pela ordem de chegada), isto é, os primeiros a fazerem o check-in terão os assentos mais na frente da aeronave e embarcarão primeiro.

Caso você prefira fazer o check-in no “counter” (balcão) esse é o possível diálogo que você irá vivenciar:

Agente:Can I see your ticket and your passaport, please? (Posso ver sua passagem e seu passaporte, por favor?)

Você: – Yes, sure (sim, claro – e entregue os documentos solicitados)
Here they are (Aqui estão – e entregue os documentos solicitados)
– Não diga nada e entregue os documentos solicitados. Nem sempre precisamos dizer alguma coisa, mas dar pelo menos um “friendly smile” (sorriso amigável) ou “nod in agreement” (balançar a cabeça concordando com a solicitação) “goes a long way” (te leva longe/ajuda muito).

 Caso você tenha preferência por um “seat” (assento) específico:

 Você:Can I get a seat near the aisle? (Posso sentar perto do corredor?)

Outras maneiras de solicitar um assento específico:

  • Can I have an aisle seat? (Posso sentar em uma poltrona do lado do corredor?)
  • Can I have a window seat? (Posso sentar em uma poltrona do lado da janela?)
  • Can I have a middle seat? (Posso sentar na poltrona do meio? – Nunca vi ninguém gostar de sentar no meio, mas tem gosto pra tudo nessa vida!)
  • Can I have a seat in the back? (Posso sentar na parte de trás do avião?)
  • Can I have a seat by the restroom? (Posso sentar perto do banheiro? – não recomendo porque, caso você nunca tenha voado, banheiro de avião tem um cheiro terrível, bem parecido com cheiro de banheiro químico. Arde o nariz!)

– Luggage/Baggage – Bagagem

  • Suitcase/Bag – Mala
  • I need to check-in my luggage. (Preciso despachar minha bagagem)
  • Carry-on – Mala de mão

 – Are you checking in luggage or carrying on? (Vai despachar bagagem ou somente levar bagagem de mão?) 

Yes / No (Sim / Não)
*Note: A pergunta mais comum feita pelos agentes das companhias aéreas aqui nos Estados Unidos é “Are you checking any bags?” (Vai despachar alguma mala?), porque se você responder “No” eles “assume” (supõem) que ou você tem somente bagagem de mão ou nenhuma bagagem.

– Boarding time – Horário de embarque

Assim que você termina seu processo de check-in, você pode perguntar ao agente:

Você:Where do I go next? (Para onde eu vou agora?)

Agente:To the TSA (Transportation Security Administration) or To the security line/check point (Para a fila da segurança)

*Note: The Transportation Security Administration (TSA) is an agency of the U.S. Department of Homeland Security that has authority over the security of the traveling public in the United States. It was created as a response to the September 11, 2001 attacks.

– Gate – Portão de embarque

– Boarding Pass – Cartão de Embarque

– Photo ID or ID – Documento de Indetificação com foto

– Driver’s License (DL) – Carteira de motorista (Para quem mora nos EUA e já tem uma DL, não precisa carregar o passaporte em vôos domésticos, apenas a DL é suficiente como ID).

– Seat – Poltrona/Assento/Banco

– Take-off – Decolagem

– To take off – Decolar

– Landing – Pouso

– To land – Pousar

Airplane – Avião

– Flight Attendant – Comissário (a) de bordo

Ladies and gentlemen, welcome aboard! (Senhoras e senhores, bem-vindos a bordo!)

Please stow your carry-on luggage underneath the seat in front of you or in an overhead bin. (Por favor, guardem a sua bagagem de mão embaixo do assento em frente a você ou no compartimento de bagagem acima da sua poltrona).

– Please take your seat and fasten your seatbelt. (Por favor, dirija-se ao seu assento e afivele seu sinto de segurança).

Please set electronic devices into airplane mode after door close. (Por favor, coloque seus equipamentos eletrônicos no modo avião depois que a porta fechar).

– Headsets – Fones de ouvido

*Note: Em inglês existem palavras específicas para diferentes tipos de headsets. Por exemplo, headphones é um termo utilizado para se referir a qualquer tipo de fone de ouvido ou especificamente a fones como o Beats by Dre. Mas para referir-se aos fones de ouvido que são inseridos em sua orelha, como o Beats X, usa-se a palavra earbuds.

– Blanket – Cobertor

Would you like something to drink? (Gostaria de algo para beber?)

A Coke, please. (Coca-cola, por favor)

A beer, please. (Uma cerveja, por favor)

*Note: “Keep in mind” (lembre-se) que a idade legal para beber nos Estados Unidos é 21 anos. Portanto, seu ID será solicitado para a compra de qualquer bebida alcoólica em qualquer lugar, incluindo vôos em solo Americano, assim como para entrada e permanência em alguns estabelecimentos que vendem bebidade alcoólica como night clubs e barzinhos, por exemplo. Alguns permitem a entrada, mas carimbam sua mão ou te dão uma pulseira identificando você como “underage” (menor de idade/21 anos).

*Drinking Tip: Uma maneira de pedir um coquetel sem alcool em inglês é usando a palavra “virgin” (virgem)

Can I have a virgin Piña Colada, please? (Poderia me trazer uma Piña Colada sem alcool, por favor?)

– Immigration Form – Formulário da imigração

*Note: Em viagens aos Estados Unidos esse formulário é azul e branco e, normalmente, entregue pelos comissários (as) de bordo um pouco antes do pouso. Ele contém perguntas como o endereço que você vai ficar; se está trazendo familiares, comida, plantas, animais, ou outras coisas “vivas;” quanto de dinheiro você está trazendo (porque acima de dez mil dólares americanos você terá que explicar pra imigração a origem e a razão de trazer tanto “cash” (dinheiro em espécie); também pergunta sobre seu endereço de residência; seu número de passaporte, dentre outras perguntas relacionadas a sua origem, destino, estadia, e pertences. Note que em vôos do Brasil aos EUA, esses formulários já estão disponéveis em Português, então “you don’t need to sweat about it!” (Você não precisa se preocupar!)

*Fun Fact: No aeroporto de Miami e Atlanta eu já presenciei intérpretes de língua portuguesa sendo chamados para dar assistência ao oficial de imigração na entrevista de admissão. Não sei afirmar se é um serviço consistentemente disponível, mas considerando o grande número de turistas brasileiros que entram por esses aeroportos, “it makes sense” (faz sentido) que intérpretes estejam “available” (disponíveis).

Thank you for flying with us! (Obrigada por voar conosco!)

*Landing Tip: Quando o capitão estiver há uns 40-30 minutos do destino, você ouvirá a seguinte mensagem: – “Fasten your seat belts, make sure your seat back and folding trays are in their full upright position”, que nada mais é que as instruções para um pouso seguro, também ditas em vôos brasileiros: “afivelem seus cintos de segurança, coloquem a poltrona na posição vertical, e travem sua mesinha.”

Immigration – Imigração

Why are you visiting the United States? (Por que você está visitando os Estados Unidos?)

Why are you visiting England? (Por que você está visitando a Inglaterra?)

– What’s the purpose of your visit? (Qual o porpósito da sua viagem?)

  • I’m here on vacation. – Vim de férias.
  • I’m here on business. – Vim a negócios.

*Immigration Officer Talk Tip#1: As perguntas feitas pelo oficial de imigração te entrevistando são para saber se o motivo da sua visita está de acordo com o tipo de visto que você possui. No caso dos Estados Unidos, por exemplo, se você possuir um visto B1/B2 – que é visto de turismo e visita de negócios – e você disser ao oficial que você está vindo para trabalhar, você será deportado de volta ao seu país de origem.

– Where will you be staying? (Onde ficará hospedado?).

  • At this hotel – Neste hotel (entregue o endreço/reserva).
  • At a friend’s house – Na casa de um amigo (a) (tenha o endereço em mãos, se possível).
  • This is her/his address – Este é o endereço dela/dela.

*Immigration Officer Talk Tip#2: Embora não seja obrigatório, vale a pena trazer com você o endereço do seu hotel, preferencialmente sua reserva. Caso vá ficar com amigos ou parentes, além de trazer o endereço anotado, informe-se sobre o que seu amigo ou parente faz aqui – se for estudante: qual escola/qual curso; se for trabalhador – qual empresa, e etc). Você não é obrigado a saber e ter todas as respostas, mas da mesma maneira que nos preparamos para a entrevista do visto, devemos nos preparar para explicar ao oficial de imigração o porquê da nossa viagem e qual nosso itinerário. E a regra mais importante: NUNCA minta para o official de imigração. Se você não sabe uma resposta, seja honesto e responda “I don’t know” (Não sei).

How long will you be staying? – Vai ficar quanto tempo?

  • About a week. – Mais ou menos uma semana.
  • Fifteen days. – Quinze dias.
  • A month. – Um mês.

 *Note: Existe uma diferença entre a válidade do seu “visa” (visto) e seu “status” (o seu direito de permanência nos Estados Unidos, dependendo do tipo de visto que você tenha). Um visto de turismo americano (B2), por exemplo, pode ter validade de até 10 anos, mas o direito de estadia do portador desse visto é de apenas 6 meses por entrada nos EUA. Já o visto de estudante (F1), por exemplo, tem válidade de 1 a 4 anos (dependendo do curso que o estudante irá fazer), mas o direito de estadia deste visto é indeterminado, isto é, enquanto o (a) estudante estiver matriculado (a) em uma instituição de ensino, ele (a) pode permanecer no país legalmente. Resumindo, vistos servem somente para permitir nossa entrada, “re-entry” (readmissão aos EUA no caso de sairmos do país), e nos enquadrar em determinada categoria “imigratória” ao sermos admitidos or readmitidos. A validade dos vistos não determinam a validade do nosso período de permanência. Siga-me @meninaviajei e www.meninaviajei.com para mais dicas sobre vistos, intercâmbios, e a vida na terra do tio Sam.

Welcome to America! – Bem-vindo (a) a América!

*Note: Embora “América” seja o nome do continente, os Estados Unidenses, e outros falantes de língua inglesa, se referem aos Estados Unidos como “América.”

– Welcome to England – Bem-vindo (a) à Inglaterra!

Baggage Claim – Reinvindicação de bagagem

Excuse me, where can I get a taxi? – Com licença, onde eu posso pegar um taxi?

Enjoy your trip! – Aproveite sua viagem!

 

Sessão #meninaviajei responde:

Taxi vs Cab – A palavra “taxi” e a palavra “cab” são sinônimos e significam “taxi.” Hoje em dia, entretanto, aqui nos Estados Unidos, é mais comum pegar um Uber. E assim como os falantes de língua inglesa transformaram o substantivo próprio “Google” em um verbo – e saem por aí dizendo “Why don’t you google it!?” (Por que você não “googla” isso!?/ Por que você não “procura” no Google!?) – eles também fizeram isso com o substantivo próprio “Uber” e , por isso, é muito comum ouvirmos Americanos dizendo “I’m going to uber home” (eu vou “uberar” para casa/ eu vou para casa de uber) ou “I’m ubering” (Vou “uberar”/ vou de uber).

Emergency Exit Seating – Esses são os assentos localizados nas saídas de emergência. A vantagem de sentar nesses assentos é o conforto extra oferecido pelo “extra leg room” (espaço maior entre a sua poltrona e a da frente). Mas como todo privilégio vem com uma responsabilidade, embora não seja agradável pensar no pior, por questões de segurança em caso de emergência (avião cair), em todos os vôos os comissários irão perguntar se as pessoas sentadas nas “exit rows” atendem aos seguintes requisitos:

  • Passenger must be able to comprehend instructions for operating the emergency exit including locating and operating a window exit or exit door and directing others to the exit

*Passageiro (a) deve estar apto (a) a compreender as instruções de operação da saída de emergência, incluindo localizar e operar a janela e a porta de saída e orientar outros passageiros a saírem da aeronave

  • Passenger must not be under 15 years of age

*Passageiro (a) deve ter mais de 15 anos de idade

  • Passenger must not have a condition or responsibility, such as caring for small children that might prevent them from performing the applicable exit row functions

*Passageiro (a) não deve ter nenhuma “condição” física (e/ou mental) ou responsabilidade, como ter que cuidar de crianças pequenas, que poderiam imperdir-lhe de executar qualquer umas das funções da saída de emergência

  • Passenger must be physically able to open an exit door and to lift and stow a 31-52 pound window exit

*Passageiro (a) deve estar apto (a) à abrir a porta do avião e manusear a janela de saída que pesa de 14 a 24 kg

  • Passenger must not require the use of a seat belt extension (this limitation is intended to preclude the hazard of entanglement with the additional length of the extension by those passengers attempting to expeditiously exit the aircraft)

*Passageiro (a) não deve necessitar uma extensão do cinto de segurança (essa limitação é para evitar o perigo de enroscar com o sinto regular e atrapalhar a saída de outros passageiros que também estão tentando sair da aeronave rapidamente)

  • Passenger must be able to quickly activate the evacuation slide and help others off of it

*Passageiro (a) deve estar apto a ativar rapidamente a rampa inflável de evacução e ajudar outros passageiros a descerem por ela

Para mais detalhes sobre as “rules and regulations” (regras e regulamentos), clique aqui.

 

Em parceria com a Carina Fragozo, o time do @meninaviajei estará recapitulando os episódios do Survival English e respondendo às perguntas de vocês. Caso tenham outras perguntas podem mandar e-mail para [email protected] e sigam o meninaviajei no Instagram para receberem os updates do meninaviajei.com e do canal no YouTube que estará dividindo os altos e baixos e as curiosidades da vida de uma estudante brasileira nos Estados Unidos e dando dicas sobre o que esperar e o que fazer quando já estiver aqui.

Living Abroad

The moment when my penny dropped…

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🇺🇸 I left Brazil to come to the US on February 13th, 2011, a Sunday night. It was my first international flight. The plane was huge and kind of empty and, as the night went on and all passengers gradually fell asleep in their seats, I found an empty three-seat-row in the back, in which I made a bed to my lengthy 5’2” self and passed out. I woke up in John F. Kennedy airport in NY – keep in mind that I’m skipping the entire breakfast service and the “Fasten your seat belts, make sure your seat back and folding trays are in their full upright position” prior to landing commands. Once my group and I got off of the plane – and that felt like forever! – we went quickly through immigration and were welcomed into the USA.

But it wasn’t when the immigration officer, who admitted me, friendly said, “Welcome to America” that I realized that I was here; nor was when I walked outside with my Au pair group to catch the shuttle to the training school, and learned that Brazilian sweatshirts are not made for NY winter – the temperature in February has highs of  40F, if you’re lucky, making you cold everywhere, including parts of your body that you would never consider – that I realized I was here; Even looking at all the dirty ice hills on the curb and the leftover snow on the trees and house roofs didn’t make my penny drop, although I had never seen snow before.

Everything was new, different, cool, foreign, but not exactly American. Then, on our way to St. John’s University in Long Island, my shuttle stopped at a traffic light. On its right side stood a yellow school bus, just like in the movies, and on its left side, there was a guy drinking a Dunkin coffee and eating a donut. And this, folks, was the precise moment that I realized I had been welcomed to the United States of America!

 

🇧🇷 Menina, viajei! em Morando fora: o momento em que minha ficha caiu…

Eu sai do Brasil para vir aos Estados Unidos dia 13 de fevereiro de 2011, um domingo à noite. Foi meu primeiro voô internacional. O avião era enorme e estava um pouco vazio e, conforme a noite foi passando e todos os passageiros foram caindo no sono em seus assentos, eu encontrei uma fileira no fundo do avião com três assentos vazios, a qual eu transformei numa cama para meu extenso corpo de um metro e meio, e “capotei.” Acordei no aeroporto John F. Kennedy em Nova Iorque – lembre-se que eu estou pulando todo o serviço de bordo de café da manhã e todas as ordens de “Afivelem seus cintos de segurança, coloquem a poltrona na posição vertical, e travem sua mesinha” dadas pelos comissários de bordo antes de pousos e decolagens. Assim que meu grupo e eu saímos do avião – o que pareceu levar um século! – passamos rapidamente pela imigração e fomos recebidas nos EUA.

Mas não foi quando o oficial de imigração que me admitiu e me disse amigavelmente “Bem-vinda à América!” que eu percebi que estava aqui; Também não foi quando eu sai do aeroporto com meu grupo de aupairs para pegar o ônibus para a escola de treinamento, e aprendi que moletom do Brasil não foi feito para invernos Nova Iorquinos – a temperatura em fevereiro tem altas de 4℃, se você tiver sorte, fazendo você sentir frio em todos os lugares, inclusive em partes do seu corpo que você nem imagina que seria possível;  Nem mesmo ver todo o gelo sujo amontoado na calçada e o resto de neve nas árvores e nos telhados não fez minha a ficha cair, muito embora eu nunca tivesse visto neve antes.

Tudo era novo, diferente, legal, estranho, mas não exatamente Americano. Até que então, no nosso caminho à universidade de St. John’s em Long Island, meu ônibus parou em um semáforo. Do nosso lado direito parou um daqueles ônibus escolares amarelo, igualzinho ao dos filmes, e do lado esquerdo parou um carro, com um cara tomando um café do Dunkin e comendo um donut. E foi bem aí, pessoal, nesse exato momento, que eu percebi que eu estava nos Estados Unidos da América!

Survival English

#1 – Inglês no Supermercado

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🇧🇷 Esse espaço é pra você que não fala inglês, mas que “could use some tips” (gostaria ou precisa de algumas dicas) de frases, vocabulário, ou expressões, para se sentir mais preparado para viajar, fazer perguntas, se sentindo mais confortável ao interagir com as pessoas em inglês.

Se você ainda não assistiu ao vídeo “Tudo sobre inglês no supermercado | Survival English #1,” não perca! E pra você que já assistiu, aqui segue uma “recap” (recapitulação), recheada de mais dicas e respostas às várias perguntas na sessão de comentários.

Uma das necessidades humanas mais básicas é se alimentar. Quando viajamos é muito comum comermos em restaurantes. Mas a menos que você tenha “a very large budget” (um orçamento bem grande), se sua “trip” (viagem) for longa, não dá para fazer todas as “meals” (refeições) fora de casa. E agora, José? E agora que nos resta ir ao supermercado, que em inglês pode ser chamado de “supermarket,” “grocery store,” or just “store.”

Outro jeito bem comum de se referir aos supermercados aqui na “Terra do tio Sam” é pelo nome da “chain” (rede) de supermercado. No Brasil, por exemplo, ao invés de dizermos que estamos indo ao supermercado, ou ao mercado, podemos dizer que vamos ao Pão de Açúcar, Carrefour, Good Bom (tem lá na minha cidade, não é zoeira), Cencosud, Extra, Angeloni, e etc. Aqui nos Estados Unidos é muito comum dizer “I’m going to Publix, Whole Foods, Walmart, Costco, Bj’s, Kroger, Fairway, Fresh Market, etc.” E todo mundo entende que você está indo ao supermercado.

Ao chegar ao supermercado, a primeira coisa que você precisa é de um “shopping cart” (carrinho) ou uma “basket” (cestinha). Até aí, “easy peasy” (tranquilinho). Mas e se eu não sei onde encontrar o que eu quero? Nesse caso, the adventure begins …

Vamos então revisar as “key sentences” (frases coringa) para interagir com qualquer “employee” (funcionário) do supermercado ou outras pessoas, como vimos com a Carina no vlog, além de algumas variações e vocabulários.

1- “Where can I find ___?” (Onde posso encontrar ___?)

  • – Rice (Arroz) – “Where can I find rice?”
  • – Beans (Feijão) – “Where can I find beans?”

2- “It’s on aisle six.” – Está no corredor seis.

Note:  Algumas “Directions” (direções) em inglês – right (direita), left (esquerda), up (pra cima), upper (superior/mais em cima), down (pra baixo), lower (inferior/mais em baixo), bottom (fundo/embaixo), entre outras.

  • – “It’s on aisle six, on the bottom left shelf” – Está no corredor seis na parte de baixo (bottom) da prateleira (shelf) esquerda (left).
  • – “It’s on aisle six on the upper right shelf” – Está no corredor seis na parte superior (upper) da prateleira (shelf) direita (right).
  • – “It’s in the middle of aisle six – Está no meio (middle) do corredor seis.

Aisle or corridor?

Em inglês também existe a palavra “corridor.” Mas “corridor” se refere a um corredor, de hotel ou de edificios, que tem portas levando você à uma sala ou quarto. Já “aisle” é utilizado para corredor de cinema, teatro, supermercado, avião, ou seja, uma passagem entre acentos, ou prateleiras, não entre paredes com portas.

3- “Sorry, we don’t carry it.” – “Infelizmente/Desculpe,” nós não trabalhamos com isso.

  • – “We don’t carry this brand.” – Não trabalhamos com essa marca.

4- “We are out of stock.” – Estamos sem estoque.

  • – “We are out.” – Estamos sem estoque/ acabou (temporariamente).
  • – “We ran out.” – Estamos sem estoque/ acabou (temporariamente).

5- “Produce” – Sessão de Hortifruti

5.1– “Onion” – Cebola
5.2– “Radishes” – Rabanetes
5.3 – “Parsley” – Salsinha
5.4– “Chives” – Cebolinha
5.5– “Cilantro” – Coentro
5.6– “Rosemary” – Alecrim
5.7– “Lettuce” – Alface
5.8– “Carrots” – Cenouras
5.9– “Beets” – Beterraba
5.10– “Zucchini” – Abobrinha

6- “Seafood” – Frutos do mar

6.1– “Fish” (Salmon, Tilapia, Mahi-Mahi, etc) – Peixes (Salmão, Tilápia, Dourado, etc)
6.2– “Shrimp” – Camarão
6.3– “Lobster” – Lagosta
6.4– “Crab” – Caranguejo

7 – “Lunch Meats”/ “Cold cuts” / “Deli” = Frios

7.1 – “Ham” – Presunto
7.2 – “Sausage” – Linguiça
7.3 – “Turkey Breast” – Peito de Peru
7.4 – “Salami” – Salami
7.5 – “Smoked Ham” – Presunto defumado

8- Fine Meats (Poultry, Beef, Pork) – Açougue (Aves, Bovino, Suíno)

8.1 – “Beef “ – Carne de Boi
8.1.1 “Beef steak” – bife de vaca
8.1.2 “Chicken steak” – Carne de frango
8.2 – “Ground beef” – Carne moída
8.3 – “Ground chicken” – Frango moído
8.4 – “Chicken thigh” – Sobre-coxa de frango; Coxa de frango é “drumsticks”

9- “Candies” – Doces – esse é o corredor de chocolate e balas entre outros doces que o supermercado venda

10- “Chips” – Salgadinhos – esse é o corredor de Cheetos, Ruffles, Doritos, Tostitos entre outros salgadinhos

11- “Nuts” – Nozes – nesse corredor você encontrará nozes, amendoim (peanuts), amêndoas (almonds), chia, entre outras sementes

12- “Laundry” – Lavanderia – esse aisle vai conter os produtos relacionados a roupa desde:

12.1 – “Laundry detergent” – Sabão em pó que, em sua maioria na verdade é líquido, e muitos têm as letras “He” estampadas no frasco que significam “high efficiency machine.” Esses devem ser utilizados para as máquinas de lavar modernas. A marca mais famosa é a Tide.
12.1 – “Softener” – Amaciante – as marcas mais famosas são a Downy e o Snuggle (que é o nosso “Comfort” no Brasil que tem aquele ursinho estampado no frasco).
12.2 – “Starch” – Goma
12.3 – “Oxi clean” e “Oxi Magic” – removedores de manchas
12.4 – “Bleach” – Água sanitária, ou “Cândida” como muita gente conhece

13- “Dish Soap” – Detergente de lavar louça – Note que aqui nos Estados Unidos é muito comum as casas terem uma “dishwasher” (máquina de lavar louças) então faz-se necessaria a compra do “dishwasher detergent” que é próprio para colocar na máquina.

14- “Dairy” – Laticínios

14.1 – “Milk” – Leite
14.1.1 – “Whole milk” – Leite integral
14.1.2 “Reduced fat” or “2%” – Semi-desnatado
14.1.3 – “Skim milk” or “Fat free” – Desnatado
14.1.4 – “Lactose-free milk” – Leite sem lactose
14.1.5 – “Soy milk” – Leite de soja
14.1.6 “Almond milk” – Leite de amendoa
14.1.7 – “Coconut milk” – Leite de coco
14.2 – “Yogurt” – Iogurte
14.3 – “Cream cheese” – Cream cheese haha
14.4 – “Butter” – Manteiga

15- “Bread “- Pão

15.1 – “Whole wheat bread” – Pão Integral
15.2 – “Rye” – Pão de centeio
15.3 – “Pumpernickle” – Pão de centeio integral
15.4 – “Challa” – Pão judeu
15.5 – “Brioche” – Pão delicioso haha
15.6 – “Buns” – Pão de hamburger ou cachorro quente

16- “Soft drinks” or “Beverages” – Bebeidas não alcoólicas

16.1 – “Sparkling water” – Água com gás
16.2 – “Juice” – Suco –  Este também podem ser encontrado na sessão de “produce” já refrigerado
16.3 – “Iced tea” – Chá gelado
16.4 – “Soda” – Refrigerante
16.5 – “Energy drinks” – Energéticos (Red Bull, por exemplo)

17- “Beer” and “Wine” – Cerveja e Vinho – Note que cerveja e vinho podem ser vendidos dentro do mercado, ou às vezes numa parte separada da loja chamada de “Liquors” ou “Spirits.” Mas outras bebidas alcoólicas (vodka, whiskey, absinto, etc) são normalmente vendidas na parte separada ou em lojas especializadas em venda de bebidas alcoólicas como a Total Wines ou a ABC Fine Wine & Spirits.

Assim que você encontrar tudo que precisa chega a hora de passar pelo caixa. Esse processo é chamado de “Check out.” O que esperar? Como a Carina apontou no vídeo, sua interação com o “cashier” (caixa) provavelmente será algo assim:

Cashier – Did you find everything ok? (encontrou tudo o que precisava?)

Você – Yes, sure. Thank you. (Sim, claro. Obrigado) ou “Yes, everything was ok” (Sim, tudo foi ok)

Cashier – How would you like to pay? (Como gostaria de pagar) ou se não – “Debit or credit?” (Débito ou crédito – se referindo à como você pagará – se com cartão de débito ou crédito)

Você – With a credit card (ou apenas diga “credit”) ou se for pagar em dinheiro diga “Cash”

Cashier – Please sign here (por favor assine aqui – lembrando que às vezes a assinatura só é solicitada se a compra foi maior de uma certa quantidade, por exemplo $50) ou  – Can I have your signature? (Posso obter sua assinatura?)

Cashier – Would you like a bag?” (gostaria de uma sacola?)

Você – “Yes, please” (Sim, por favor) ou “No, thank you.” (Não, obrigada).

Fun Fact: Note que o diálogo sobre você querer ou não a sacola somente ocorrerá em lojas que cobrem pela sacola (na média dez centavos por sacola), em mercados que não cobram eles vão simplesmente colocar suas compras na sacolinha como ocorre na maioria dos supermercados do Brasil. A cobrança de sacolinhas é muito comum na Califórnia, mas uma prática incomum na Flórida, por exemplo.

Sessão #meninaviajei responde:

Sobre o checkout – Outra opção de check out é o “Self-checkout,” isto é, você mesmo escaneia suas compras em um caixa com tela “touch” e vai seguindo as instruções dadas a você pela máquina. Se algo não der certo (passou algo errado ou desistiu de comprar algo já escaneado), sempre tem algum funcionário por perto para te ajudar.

Sobre quem coloca as compra nas sacola – isso será feito pelo próprio caixa, por um assistente do caixa, ou por você mesmo.

Sobre o leite condensado e o creme de leite – leite condensado é “condensed milk” e creme de leite pode ser encontrado como “creme de leite” mesmo ou “table cream” normalmente no aisle de “Syrups,” onde você também encontra cobertura de chocolate, Nesquick, e etc.

Sobre Fat free milk vs Skim milk – Os dois são considerados leite desnatado. A diferença é que o “Fat free” tem de 0.1% a 0% de gordura presente no leite e o “Skim milk” tem de 0.5% a 0.1% de gordura presente no leite.

Sobre “Mashed potatoes” – é o purê de batatas.

Em parceria com a Carina Fragozo, o time do @meninaviajei estará recapitulando os episódios do Survival English e respondendo às perguntas de vocês. Caso tenham outras perguntas podem mandar e-mail para [email protected] e sigam o meninaviajei no Instagram para receberem os updates do meninaviajei.com e do canal no YouTube que estará dividindo os altos e baixos e as curiosidades da vida de uma estudante brasileira nos Estados Unidos e dando dicas sobre o que esperar e o que fazer quando já estiver aqui.